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Saiba um pouco mais sobre o livro do Ambientalista Ernesto Galiotto
 

Um livro para gerações aprenderem a respeitar e admirar o Meio Ambiente!

Prefácio do autor Ernesto Galiotto

   Desde a minha infância, no interior do Rio Grande do Sul, na colônia em que nasci, aprendi a conviver em harmonia com a natureza e a tirar lições dela.
   Saí da colônia para uma cidade um pouco maior, ainda que pequena. Ausentes do meu cotidiano, mas presentes na minha memória, estavam minha família e algo muito marcante na minha infância, que foi a presença do verde das matas e dos animais domésticos e selvagens com os quais convivíamos.
   Quando nasceu meu primeiro filho, fui alertado pelos médicos que ele tinha asma, e que o clima temperado e úmido do Sul era prejudicial para o menino. Se eu quisesse vê-lo curado, teria de me mudar para uma região de clima tropical. E por este motivo nos mudamos para Cabo Frio.
   Já nos primeiros dias na cidade tinha em mente a importância da preservação das riquezas naturais da região, como as dunas, as praias, a lagoa, os morros, os rios e as matas. Com o passar do tempo e com o trabalho, comecei a assumir e a acumular responsabilidades tanto no âmbito cultural quanto ambiental. Os problemas cresceram e se multiplicaram. Iniciaram-se as grandes lutas contra o desmatamento, as invasões, a mineração ilegal.
   São essas batalhas que decidi narrar. E por dois motivos. Primeiro, para deixar claro que todos nós temos as ferramentas para barrar injustiças, ilegalidades. De nada adianta ficar em casa, se queixando com os amigos e com a família, de “que o governo não faz nada”. Cada um de nós é responsável por este planeta. E cada um deve encontrar seu caminho e agir.
   Durante todo esse tempo aprendi muitas coisas, dentre elas a ignorar comentários tais como: “não se envolva com isso...”, “Isso é muito perigoso...”, “Uma andorinha só não faz verão...”, que tentavam interromper minhas batalhas.
   Enquanto as disputas judiciais se estendiam por todas as instâncias, em 1998 criei o Parque da Preguiça e, no ano seguinte, o Espaço Cultural e Ambiental Érico Veríssimo (Ecaev). Minha intenção foi compartilhar toda a experiência obtida com o passar dos anos e expandir a consciência ecológica e cultural na região.
   Acredito no poder transformador da educação. E mais ainda nas crianças como multiplicadores capazes. Comecei um trabalho de educação ambiental, para alertar sobre a importância de se preservar o que nos restava de mata atlântica, rios, lagos e dunas. Mais de 16 mil estudantes da região receberam essas informações – e acredito que esse alerta tenha alcançado seus pais, seus vizinhos, seus amigos.
   As crianças e as novas gerações são o segundo fator que me levaram a escrever este livro. Elas não verão o mundo como eu conheci. As lagoas mudaram de cor, as matas diminuíram, espécies desapareceram. Natureza Intacta e Agredida é o meu testemunho do que essa região já foi e de como foi transformada pela ação predatória do ser humano.
   Este livro é um documento verídico. Todas as situações citadas foram por mim vivenciadas, exceto em alguns trechos em que são feitas algumas narrativas poéticas – mas que também expressam fato real. As imagens apresentadas aqui foram extraídas de um acervo com mais de 60.000 imagens da região, registradas por mim nos últimos 13 anos, com algumas exceções.
   Espero que este material seja útil a todos aqueles que se interessam pelo meio ambiente, que olham para a frente e que querem dar continuidade a vida. Sei que nem todos teriam a coragem e a determinação para enfrentar interesses econômicos de grupos poderosos. Com a minha experiência de vida quero provar é possível lutar contra aqueles que acham que o poder e o dinheiro podem coagir ou coibir os que trazem na mente e no coração o amor à vida, à verdade e à razão.
   A todos os leitores eu desejo CORAGEM. Pelo bem do futuro da humanidade. Diga não ao oportunismo, à demagogia e à corrupção. Diga sim à biodiversidade, à natureza e à vida.

Prefácio do Amigo (Luis Fernando Veríssimo)

Galiotto, um guerreiro com alma

   O Galiotto não se parece em nada com o Don Quixote. Não tem o físico para o papel e, apesar de já ter sido chamado de louco, entre outras coisas, não tem visões nem briga com inimigos imaginários. Pelo contrário: seus inimigos são reais e são poderosos. Há anos este anti-Quixote enfrenta os depredadores da Natureza e os que sacrificam o ambiente pelo lucro na sua região, e (outra diferença entre ele e o triste cavaleiro das causas perdidas) tem vencido a maioria destas batalhas com sua combinação de idealismo, garra e persistência. Além disso, é um amante da boa música e dos bons livros que tem feito tanto pela cultura do seu lugar quanto faz pela sua preservação ecológica. A única coisa quixotesca no Galiotto é que, como o personagem de Cervantes, ele também encarna a figura fascinante de um guerreiro com alma.

Luis Fernando Veríssimo

 

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Tel.: (22) 2645-1041 / 2646-1415
ou no e-mail: ambientalista@egaliotto.com.br

Ernesto Galiotto
ambientalista@egaliotto.com.br
Av. Teixeira e Souza, 1450 - Cabo Frio - RJ
Tel.: (22) 2645-1041
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